A motricidade é uma característica de todo o ser vivo. Na realização de qualquer acção motora, terá de existir um determinado número de capacidades que não são mais do que pressupostos do movimento. Daqui se pode concluir que o desenvolvimento do rendimento desportivo está intimamente relacionado com o desenvolvimento das diferentes capacidades motoras.
A expressão “capacidades motoras” foi utilizada pela primeira vez na antiga República Democrata Alemã, nos primeiros anos da década de setenta. Esta expressão foi introduzida, progressivamente, na terminologia das Ciências do Desporto na maior parte dos países europeus, substituindo outras expressões até então utilizadas, nomeadamente a expressão “qualidades físicas”. Paralelamente, surgiu uma classificação que foi amplamente aceite em toda a Europa, ao considerar dois grandes grupos na classificação das capacidades motoras: capacidades condicionais e capacidades coordenativas.
As capacidades condicionais têm um desenvolvimento acentuado no princípio da puberdade e, em particular, entre os 12 e os 17/18 anos, mostrando uma treinabilidade superior às coordenativas. Pelo contrário, as capacidades coordenativas têm um desenvolvimento muito marcado quase exclusivamente na fase pré-puberal, em particular entre os 6 e os 11-12 anos, pelo que podem ser bastante treináveis até a essas idades.
A divisão entre capacidades condicionais e coordenativas é fundamentalmente uma divisão didáctica, não existindo uma separação nítida entre umas e outras, mas sim um predomínio de um grupo sobre o outro em função do trabalho realizado. Há capacidades que estão entre um grupo e outro, sendo consideradas intermédias, nomeadamente a flexibilidade e a velocidade de reacção simples.
Porém, quando observamos qualquer actividade desportiva, não vemos força, velocidade ou resistência: o que nós vemos são movimentos que se desenvolvem no espaço e no tempo. Daí a preocupação em envolver o treino desportivo numa visão abrangente que seja capaz de englobar todas as dimensões do rendimento desportivo, numa perspectiva integradora.
A expressão “capacidades motoras” foi utilizada pela primeira vez na antiga República Democrata Alemã, nos primeiros anos da década de setenta. Esta expressão foi introduzida, progressivamente, na terminologia das Ciências do Desporto na maior parte dos países europeus, substituindo outras expressões até então utilizadas, nomeadamente a expressão “qualidades físicas”. Paralelamente, surgiu uma classificação que foi amplamente aceite em toda a Europa, ao considerar dois grandes grupos na classificação das capacidades motoras: capacidades condicionais e capacidades coordenativas.
As capacidades condicionais têm um desenvolvimento acentuado no princípio da puberdade e, em particular, entre os 12 e os 17/18 anos, mostrando uma treinabilidade superior às coordenativas. Pelo contrário, as capacidades coordenativas têm um desenvolvimento muito marcado quase exclusivamente na fase pré-puberal, em particular entre os 6 e os 11-12 anos, pelo que podem ser bastante treináveis até a essas idades.
A divisão entre capacidades condicionais e coordenativas é fundamentalmente uma divisão didáctica, não existindo uma separação nítida entre umas e outras, mas sim um predomínio de um grupo sobre o outro em função do trabalho realizado. Há capacidades que estão entre um grupo e outro, sendo consideradas intermédias, nomeadamente a flexibilidade e a velocidade de reacção simples.
Porém, quando observamos qualquer actividade desportiva, não vemos força, velocidade ou resistência: o que nós vemos são movimentos que se desenvolvem no espaço e no tempo. Daí a preocupação em envolver o treino desportivo numa visão abrangente que seja capaz de englobar todas as dimensões do rendimento desportivo, numa perspectiva integradora.
Artigo publicado no Jornal Correio dos Açores, edição de 15 de Julho de 2010.
Rubrica Bilhete Postal.