
A amostra foi constituída
por 32 jovens, 17 do sexo feminino e 15 do sexo masculino, com idades
compreendidas entre os 150 meses e os 161 meses (12,5 a 13,3 anos).
Foi aplicado um
conjunto de testes, realizados em três momentos distintos, decorrendo durante
um período de tempo de duas semanas, salvaguardando assim a recuperação física dos alunos.
As
conclusões do estudo foram as seguintes:
1. as raparigas e os rapazes diferenciam-se
significativamente pelos seus níveis de velocidade máxima assim como pelo seu
nível de força inferior;
2. as raparigas atingem a velocidade máxima até aos 20
metros, verificando-se a partir daí uma perda progressiva de velocidade que se
torna mais evidente dos 40 para os 50 metros;
3. os rapazes atingem a velocidade máxima até aos 40
metros, mas a variação da velocidade média ao longo da corrida apresenta-se
incoerente;
4. para a diferenciação de prestações de velocidade, o
contributo da amplitude da passada é maior nos rapazes do que nas raparigas;
5. tanto nas raparigas como nos rapazes a frequência da passada
parece não constituir um factor de diferenciação na velocidade;
6. nos rapazes o contributo da força de salto horizontal
na diferenciação da velocidade é significativamente maior nos rapazes do que
nas raparigas;
7. parece-nos que os 30 metros constituem uma opção
aceitável para a avaliação da velocidade máxima para ambos os sexos.
O texto completo do estudo está na Página
“Documentação”