Uma das atribuições e competências das Autarquias Locais com implicações no desenvolvimento desportivo é a responsabilidade no âmbito do ordenamento do território e urbanismo, mais concretamente no processo de elaboração dos planos municipais de ordenamento do território. Esta questão é de primordial importância, uma vez que a construção de equipamentos desportivos implica o estudo preciso da ocupação do solo, tanto a nível regional como nacional.
Até ao momento, algumas (poucas) autarquias da Região Autónoma dos Açores elaboraram e publicaram as suas “Cartas do Desporto”. Trata-se de um documento que representa o diagnóstico da situação desportiva local, e pretende ser um instrumento fundamental para a operacionalização estratégica das políticas desportivas municipais.
A “Carta do Desporto” não é mais do que a “fotografia” da situação desportiva num dado momento, retratando, por isso, a realidade existente.
Em S. Miguel, e até ao momento, as Cartas do Desporto que foram publicadas pelas respectivas autarquias surgiram em 2006 (CM da Ribeira Grande) e em 2008 (CM de Vila Franca do Campo). Incluem o levantamento de todas as instalações desportivas (quer municipais, quer governamentais) e ainda a caracterização do Movimento Associativo local. Um facto importante, uma vez que os últimos dados conhecidos e publicados, datavam de 1996, num documento intitulado “Atlas Desportivo Regional”, editado pela então Direcção Regional de Educação Física e Desporto.
Se queremos actuar sobre a realidade desportiva, temos, em primeiro lugar, que conhecê-la. Assim, está plenamente justificada a importância das “Cartas do Desporto” como instrumentos estratégicos de intervenção, ao serviço do desenvolvimento desportivo. A nosso ver, trata-se de um problema de planeamento e de organização desportiva que as entidades responsáveis pelo desenvolvimento do desporto deveriam dar mais atenção.
Até ao momento, algumas (poucas) autarquias da Região Autónoma dos Açores elaboraram e publicaram as suas “Cartas do Desporto”. Trata-se de um documento que representa o diagnóstico da situação desportiva local, e pretende ser um instrumento fundamental para a operacionalização estratégica das políticas desportivas municipais.
A “Carta do Desporto” não é mais do que a “fotografia” da situação desportiva num dado momento, retratando, por isso, a realidade existente.
Em S. Miguel, e até ao momento, as Cartas do Desporto que foram publicadas pelas respectivas autarquias surgiram em 2006 (CM da Ribeira Grande) e em 2008 (CM de Vila Franca do Campo). Incluem o levantamento de todas as instalações desportivas (quer municipais, quer governamentais) e ainda a caracterização do Movimento Associativo local. Um facto importante, uma vez que os últimos dados conhecidos e publicados, datavam de 1996, num documento intitulado “Atlas Desportivo Regional”, editado pela então Direcção Regional de Educação Física e Desporto.
Se queremos actuar sobre a realidade desportiva, temos, em primeiro lugar, que conhecê-la. Assim, está plenamente justificada a importância das “Cartas do Desporto” como instrumentos estratégicos de intervenção, ao serviço do desenvolvimento desportivo. A nosso ver, trata-se de um problema de planeamento e de organização desportiva que as entidades responsáveis pelo desenvolvimento do desporto deveriam dar mais atenção.
Artigo publicado no Jornal Correio dos Açores, edição de 22 de Outubro de 2009.
Rubrica Bilhete Postal.