Longe vai o tempo em que gordura era formosura. A obesidade é considerada pela Organização Mundial de Saúde como a epidemia do Século XXI. Este problema (e outros associados) não existe apenas nas sociedades mais desenvolvidas, começando a surgir em países emergentes como a Índia e a China, onde começa a afectar sectores da população cada vez mais jovem.
Desde o início da humanidade até hoje, o homem evoluiu, podendo-se falar numa estrutura evolutiva. Ora, esta estrutura é incompatível com o uso inadequado que dele fazemos, ou seja do nosso estilo de vida e da nossa alimentação. Desta incompatibilidade, resultam as chamadas “doenças da opulência”, termo que fomos encontrar no livro “O macaco obeso” de José Campillo Alvarez e publicado em 2008 pela Dom Quixote.
Neste contexto, é importante questionar o papel da Escola na prevenção da obesidade, nomeadamente na criação de hábitos saudáveis e estilos de vida activos junto dos nossos jovens. Se parece não existirem muitas dúvidas relativamente à importância da Escola na prevenção à obesidade, resta saber como fazê-lo. Este é um enorme desafio para a instituição escolar.
Gostaríamos de deixar aqui alguns dados de um estudo realizado na Escola Secundária das Laranjeiras (2009), cujo objectivo foi determinar o grau de sobrepeso e obesidade da população daquela escola, utilizando o Índice de Massa Corporal (IMC). A amostra foi constituída por 867 alunos, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos e representou 79% do universo dos alunos daquela Escola.
As conclusões do Estudo foram as seguintes:
1. O sobrepeso e obesidade, em conjunto, atingem valores de 22,8% nas raparigas e 19,5% nos rapazes.
2. Nas raparigas a prevalência do sobrepeso e da obesidade é 15,6% e 7,2%, respectivamente.
3. Nos rapazes a prevalência do sobrepeso e da obesidade é 13,9% e 5,6%, respectivamente.
Desde o início da humanidade até hoje, o homem evoluiu, podendo-se falar numa estrutura evolutiva. Ora, esta estrutura é incompatível com o uso inadequado que dele fazemos, ou seja do nosso estilo de vida e da nossa alimentação. Desta incompatibilidade, resultam as chamadas “doenças da opulência”, termo que fomos encontrar no livro “O macaco obeso” de José Campillo Alvarez e publicado em 2008 pela Dom Quixote.
Neste contexto, é importante questionar o papel da Escola na prevenção da obesidade, nomeadamente na criação de hábitos saudáveis e estilos de vida activos junto dos nossos jovens. Se parece não existirem muitas dúvidas relativamente à importância da Escola na prevenção à obesidade, resta saber como fazê-lo. Este é um enorme desafio para a instituição escolar.
Gostaríamos de deixar aqui alguns dados de um estudo realizado na Escola Secundária das Laranjeiras (2009), cujo objectivo foi determinar o grau de sobrepeso e obesidade da população daquela escola, utilizando o Índice de Massa Corporal (IMC). A amostra foi constituída por 867 alunos, de ambos os sexos e com idades compreendidas entre os 13 e os 20 anos e representou 79% do universo dos alunos daquela Escola.
As conclusões do Estudo foram as seguintes:
1. O sobrepeso e obesidade, em conjunto, atingem valores de 22,8% nas raparigas e 19,5% nos rapazes.
2. Nas raparigas a prevalência do sobrepeso e da obesidade é 15,6% e 7,2%, respectivamente.
3. Nos rapazes a prevalência do sobrepeso e da obesidade é 13,9% e 5,6%, respectivamente.
Artigo publicado no Jornal Correio dos Açores, edição de 29 de Outubro de 2009.
Rubrica Bilhete Postal.