No nosso último artigo fizemos referência à incompatibilidade que existe entre a nossa estrutura evolutiva (como seres humanos) e o uso inadequado que dela fazemos, quer pelos hábitos alimentares totalmente errados, quer pelos estilos de vida onde a actividade física e desportiva parecem estar arredadas.
Como facilmente se pode perceber, tudo isto tem um preço - um alto preço na saúde global dos cidadãos.
Com os avanços tecnológicos verificados nas últimas décadas, foi dispensado ao homem o trabalho físico de que necessitava para sobreviver. Até aí, o próprio conceito de exercício físico, enquanto actividade autónoma era completamente desconhecido, uma vez que a vida do dia-a-dia implicava uma grande quantidade de actividade física. Para além disso, as transformações nos seus hábitos alimentares provocaram alterações que progressivamente se foram instalando nas nossas sociedades, com reflexos muito negativos no bem-estar dos cidadãos.
É curioso notar que a taxa de incidência das chamadas “doenças da opulência” não é igual para todos as nações. Assim, os países com menor taxa são aqueles onde menos se consomem alimentos ricos em gordura, enquanto que outros, com dietas mais “gordurosas”, apresentam índices altíssimos de ataques cardíacos e cancro. Do primeiro grupo fazem parte – o Japão, Taiwan, a Tailândia, El Salvador e o Sri Lanka, enquanto que do segundo – os Estados Unidos da América, o Canadá, a Austrália e a Alemanha, entre outros.
E relativamente aos Açores? Qual o estado geral da nossa população?
Perguntas “curiosas” que devem merecer a nossa reflexão.
Como facilmente se pode perceber, tudo isto tem um preço - um alto preço na saúde global dos cidadãos.
Com os avanços tecnológicos verificados nas últimas décadas, foi dispensado ao homem o trabalho físico de que necessitava para sobreviver. Até aí, o próprio conceito de exercício físico, enquanto actividade autónoma era completamente desconhecido, uma vez que a vida do dia-a-dia implicava uma grande quantidade de actividade física. Para além disso, as transformações nos seus hábitos alimentares provocaram alterações que progressivamente se foram instalando nas nossas sociedades, com reflexos muito negativos no bem-estar dos cidadãos.
É curioso notar que a taxa de incidência das chamadas “doenças da opulência” não é igual para todos as nações. Assim, os países com menor taxa são aqueles onde menos se consomem alimentos ricos em gordura, enquanto que outros, com dietas mais “gordurosas”, apresentam índices altíssimos de ataques cardíacos e cancro. Do primeiro grupo fazem parte – o Japão, Taiwan, a Tailândia, El Salvador e o Sri Lanka, enquanto que do segundo – os Estados Unidos da América, o Canadá, a Austrália e a Alemanha, entre outros.
E relativamente aos Açores? Qual o estado geral da nossa população?
Perguntas “curiosas” que devem merecer a nossa reflexão.
Artigo publicado no Jornal Correio dos Açores, edição de 11 de Novembro de 2009.
Rubrica Bilhete Postal.