A noção de prontidão desportiva foi adaptada do conceito de prontidão para as aprendizagens escolares por autores como Seefeldt e Malina, sendo introduzida na terminologia das ciências do desporto durante a década de 80. Entende-se por estado de prontidão desportiva, "a situação de equilíbrio entre as exigências próprias do treino e da competição desportiva e as capacidades actuais de resposta da criança e do jovem a essas exigências" - Sobral (1993). Refere o mesmo autor, que para obtermos uma informação fiável acerca da prontidão desportiva de um jovem relativamente a um desporto em particular, teremos de analisar sucessivamente:
1º- As exigências físicas, motoras e psíquicas dessa modalidade, com base numa análise das tarefas mais determinantes que a mesma apresenta;
2º- O estado de crescimento, maturação e desenvolvimento do jovem, ao nível das qualidades mais relevantes nesse domínio particular da prestação desportiva;
3º- Os elementos característicos do contexto competitivo da modalidade, em relação com a situação sociocultural e familiar de que o atleta provém.
O estado óptimo de prontidão desportiva ocorre quando o nível maturacional da criança, a experiência motora anterior e a motivação, são apropriados à “habilidade” que se quer aprender. Daqui resulta que para se compreender melhor o estado de prontidão desportiva, os três factores anteriormente citados, têm que ser entendidos numa perspectiva integrada, variando o peso de cada um, em função das diferentes “habilidades”.
Em relação ao facto de existir ou não vantagens em iniciar-se a prática do desporto o mais cedo possível, alguns investigadores referem que é impossível predizer se há vantagens ou não, uma vez que há um conjunto muito alargado de factores que devem ser considerados.
Os estudos realizados neste domínio indicam que não é prioritário o facto da criança se envolver o mais cedo possível em actividades desportivas. O que é importante é que ela ao envolver-se, se encontre num estado óptimo de prontidão, para poder ter sucesso nas suas aprendizagens. Assim, para que uma criança possa aprender as técnicas de um determinado desporto, terá que, em primeiro lugar, possuir os pré-requisitos necessários para ser bem sucedida naquele desporto.
1º- As exigências físicas, motoras e psíquicas dessa modalidade, com base numa análise das tarefas mais determinantes que a mesma apresenta;
2º- O estado de crescimento, maturação e desenvolvimento do jovem, ao nível das qualidades mais relevantes nesse domínio particular da prestação desportiva;
3º- Os elementos característicos do contexto competitivo da modalidade, em relação com a situação sociocultural e familiar de que o atleta provém.
O estado óptimo de prontidão desportiva ocorre quando o nível maturacional da criança, a experiência motora anterior e a motivação, são apropriados à “habilidade” que se quer aprender. Daqui resulta que para se compreender melhor o estado de prontidão desportiva, os três factores anteriormente citados, têm que ser entendidos numa perspectiva integrada, variando o peso de cada um, em função das diferentes “habilidades”.
Em relação ao facto de existir ou não vantagens em iniciar-se a prática do desporto o mais cedo possível, alguns investigadores referem que é impossível predizer se há vantagens ou não, uma vez que há um conjunto muito alargado de factores que devem ser considerados.
Os estudos realizados neste domínio indicam que não é prioritário o facto da criança se envolver o mais cedo possível em actividades desportivas. O que é importante é que ela ao envolver-se, se encontre num estado óptimo de prontidão, para poder ter sucesso nas suas aprendizagens. Assim, para que uma criança possa aprender as técnicas de um determinado desporto, terá que, em primeiro lugar, possuir os pré-requisitos necessários para ser bem sucedida naquele desporto.
Artigo publicado no Jornal Correio dos Açores, edição de 26 de Novembro de 2009.
Rubrica Bilhete Postal.